Bastidores de “Queijo com goiabada”

Esta crônica é resultado de uma atividade de escola. A professora propôs que os alunos fizessem uma crônica inspirada em um trecho de três cronistas, à escolha deles. A Julia gostou de “Rapadura”, de Rachel de Queiroz. 

O trecho é este: “Outro dia foi presa uma senhora porque numa banca de mercado, em pleno sábado de feira, agrediu a rival com uma rapadura, dando-lhe uma tijolada que exigiu doze pontos no couro cabeludo. Rapadura é arma perigosa, um paralelepípedo de doce bruto, pesado e com arestas. Batendo de quina pode até matar (…)”

(Faber)

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